Aulão dos 9º e 1º anos une conhecimento e bom humor para aprender história, geografia, biologia e filosofia

Aulão dos 9º e 1º anos une conhecimento e bom humor para aprender história, geografia, biologia e filosofia

Conhecimento e descontração marcaram o aulão dos 9º e 1º anos na manhã deste sábado (9). Com o tema “A cidade não para, a cidade só cresce”, a aula abordou, com muito bom humor, temas das disciplinas de história, geografia, biologia e filosofia, apresentadas pelos professores do Visão Jezer Alves, Carlos Pamila, Filipe Carthagenes e Salviano Feitoza.

O tema do aulão girou em torno da formação das cidades a partir do prisma das diferentes disciplinas. Entre os assuntos abordados, os alunos puderam aprender sobre a diferença entre as metrópoles, megalópoles e cidades globais, a formação histórica e filosófica das cidades e quais os problemas que podem surgir causados, entre outras razões, pela desigualdade social.

A frase que batiza o aulão não podia ser outra. Ela foi retirada da música “A Cidade”, do pernambucano Chico Science, um dos criadores do manguebeat, um dos movimentos culturais mais importantes do Brasil que, nos anos 1990, trouxe para o Recife um olhar crítico sobre os problemas sociais que surgem no coração da cidade grande.

Durante todo o aulão, Salviano, Jezer e Filipe vestiram o padrão dos três maiores times de futebol de Pernambuco. Mas as camisas não simbolizaram somente a paixão pelo esporte. Os professores aproveitaram o momento para refletir com os alunos sobre um problema que costuma trazer transtornos para as cidades: a violência entre torcidas. Encerrando o aulão de maneira calorosa, os professores mostraram que a diferença deve ser motivo de união, e não de segregação.

Realizado com maior frequência para os alunos do Ensino Médio, o aulão para os 9º anos é uma novidade que começou em 2017. O objetivo é aproximar o jovem do Ensino Médio, promovendo um ambiente de contato com aqueles que já estão vivendo esta fase do aprendizado. No final do evento, alguns alunos foram convidados a subir ao palco e avaliar o aulão e o resultado foi unânime, como definiu um dos estudantes do 9º ano: “o aulão é 10/10”.

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